Acidentes envolvendo aves e aviões
 
 

Acidentes envolvendo aves e aviões acontecem no mundo inteiro e o Brasil não está livre dos problemas. No domingo (1º), urubus bateram em uma aeronave que sobrevoava a região de Jundiaí (SP), em direção a Jaú (SP). Uma das aves quebrou o pára-brisa e atingiu o rosto do piloto, que ficou cego.

De acordo com um levantamento feito pela Infraero, o Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Natal(RN),foi o local que registrou a maior incidência de colisões entre 2003 e 2006. A média foi de 12,75 choques entre aeronaves e pássaros em cada 10 mil pousos e decolagens. No ano passado, ele foi o terceiro em número de acidentes, com 25 colisões em 18.755 pousos e decolagens.

Em 2006, o líder do ranking de choques com pássaros foi o Aeroporto de Juazeiro do Norte (CE), que registrou oito colisões em 3.559 pousos ou decolagens, o que equivale a 22,48 acidentes em 10 mil movimentos. O Aeroporto Internacional de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, ficou em segundo lugar no ano passado.

O terminal registrou quatro acidentes em 2113 pousos e decolagens, o que equivale a 18,93 colisões a cada 10 mil movimentos.

Perigo em pousos e decolagens

De acordo com a Infraero, os choques podem acontecer perto de aeroportos, quando o avião está em uma altitude mais baixa e o piloto concentrado em outros aviões. Em algumas regiões, a situação é agravada pela falta de saneamento básico e existência de lixões nos arredores de cidades, que atraem bandos de urubus.

Às vezes, o aeroporto também está localizado perto de áreas de preservação e são áreas onde vivem não somente aves, mas também outros animais. O Aeroporto Internacional de Brasília encontra-se afastado da cidade, perto de uma área de vegetação. Segundo a Infraero, o problema era tão intenso que foi usada uma ave de rapina para sobrevoar o aeroporto e afastar os pássaros do local. Atualmente, a situação está mais controlada por causa de um remanejamento da fauna feita em parceria com o Ibama.

No ano passado, ocorreram 14 choques em 126.427 pousos e decolagens, o que equivale a 1,11 acidentes em cada 10 mil movimentos.

 
 
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